2 de dez. de 2009
que amemos uns aos outros
Por isso, em suas cartas, ele deixou algo precioso que nos ensinam sobre salvação, vida cristã e igreja.
Na primeira carta de João, capítulo 3, há ensinos preciosos. Vejamos:
1-Qual a principal mensagem que recebeu de Cristo? R: Que amemos uns aos outros. (v.11).
2- Como sabemos se temos a vida eterna, e passamos da morte para a vida? R: Quando amamos nossos irmãos (v.14).
3- Quando conhecemos o verdadeiro amor? R: Quando entendemos que Cristo deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos (v.16).
4- Quando amamos de verdade? R: Quando não amamos de palavra ou de língua, mas por obra e em verdade (v.19).
5- Qual é o mandamento maior de Cristo? R: Que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento (v.23).
Assim, podemos crer que temos a vida eterna e seu Espírito está ligado ao nosso quando não cremos só em Cristo, mas quando amamos nossos irmãos. E amamos com todas as suas imperfeições, fraquezas e pecados. Amamos mesmo quando nos desmoraliza, nos envergonha o nos chateia. Quando nos agride moralmente, verbalmente ou fisicamente, ou quando nos entristece. E isso é sério, não podemos brincar de evangelho ou de igreja. São nessas horas de provações que mostramos que somos diferentes do mundo, do contrário, não temos diferença nenhuma dos outros. Obviamente, teremos mais afinidade com uns e menos com outros, mas o perdão sempre estará em nossos corações e haverá disposição para andarmos juntos novamente.
Quem não se lembra da oração do Pai Nosso: perdoa as nossas ofensas, como perdoamos quem nos tem ofendido. Perdão requer atitude de reconciliação, não recusa, afastamento ou desprezo.
A igreja só terá sentido e crescerá quando esse mandamento estiver visível em nossas vidas não só em palavras, mas em nosso comportamento diário. Quando sentirmos prazer em nos reunirmos para celebrar a Cristo como ele nos ensinou. Para muitos é difícil, mas se deixarmos Deus conduzir nossas vidas Ele nos ensinará.
Eu mesmo digo que não concordo com todos, não apoio todas as atitudes e tenho dificuldade em aceitar muitas coisas em algumas pessoas, mas amo a todas. Aprendi a amar quando busco ter o mesmo sentimento que Cristo teve. E não amo de palavras, mas estou disposto a andar junto com quem eu puder estar. E sei que meu comportamento ou personalidade não agrada a todos, mas peço que me amem pois sou um pecador em processo de santificação. Devemos aprender a ouvir e também falar palavras de repreensão, críticas, incentivo, exortação, pois assim faziam os profetas. O amor busca a verdade e a unidade.
Se assim fizermos, seremos uma igreja forte, "imitando a Jesus encarnado na Terra e adorando a Cristo ressuscitado e glorificado". Isso é ser discípulo.
Boa semana a todos.
Marcel Bello
26 de out. de 2009
Texto 5: Malabarismo no farol
Aprendi então, em como somos capazes de superar limites quando há necessidades maiores. Como ele poderia estar melhor se se apresentasse num circo, ou em um palco. Infelizmente a vida não é assim para todos. Principalmente para a maioria das pessoas. Mas também, talvez jamais ele encontraria essa habilidade se não tivesse passando dificuldades.
Isso me mostra como posso conseguir coisas que jamais imaginaria realizar e ir atrás de meus sonhos e ideais. Pode ser que muitas vezes a necessidade baterá à minha porta e fará com que muitas habilidades escondidas que ainda tenho floreçam. E isso será uma dádiva que a vida fez eu descobrir. Mas também posso agora olhar para minha vida, minhas capacidades e habilidades e empreender todos meus esforços para criar, produzir, treinar e até descobrir dons e talentos que jamais imaginaria tê-los.
Como há artistas ocultos. Nós todos somos artistas. Vamos parar de achar que a vida é chata, é quadrada e limitada a um ambiente religioso, a um sistema de crenças, em ser um defensor da verdade para produzirmos beleza ao mundo, trazer arte às pessoas para que elas possam rir, se alegrar, serem estimuladas e juntos descobrirmos todos nossos talentos, para o bem comum.
Poucas moedas pude dar a ele naquele instante. Um ou dois reais. Mais do que isso, uma ambigüidade de alegria por ter aprendido aqueles malabares e uma angústia em seu coração pairava na alma daquele rapaz. Nós, sociedade pós-moderna e capitalista, somos especialistas em enterrar talentos e sonhos. O que nos resta; unirmo-nos a Deus a fim de resgatar a dignidade e a justiça da humanidade em todos os ambientes que conseguirmos. Acredito que Deus gosta disso, e espera isso de nós.
Boa semana a todos.
19 de out. de 2009
Texto 4: Quando somos iguais
Natal... Em vez de festa, visita ao hospital.
Nosso parente. Amputação de um membro.
O quarto do hospital, sem televisão.
Antes a dor, agora a exclusão.
Muitas enfermidades, algumas parecidas, mas os mesmos consolos.
Lá fora comemoração, no leito resignação.
Natal, para eles, um dia qualquer.
Sem ânimo para desejar boas festas... Sem motivos que lhes restam.
Uns voltarão para casa, outros irão para a UTI.
Uma pequena oração, poucas esperanças, mas o nome de Deus sempre em evidência.
Seja em pequenas frases, seja no coração, seja na imagem da parede, Deus de alguma forma é lembrado.
Uns serão curados, outros aleijados, e ainda outros que se encontrarão com o Senhor.
Todos somos iguais, vulneráveis, sem controle da situação. Jovens e velhos, todos iguais no sofrimento humano.
Ainda assim, podemos confiar em Deus.
Abrir mão do controle de nossas vidas.
Ser transformado em toda experiência.
Derrotados na vida, mas chegar à vitória ao fim dela.
A certeza de que virá o tempo de refrigério.
A esperança de um novo amanhecer sem dor.
Diante da imprevisibilidade da vida, doenças, perdas, amputações, cremos que Deus sussurra nosso nome para estarmos ao seu lado e confiarmos que tudo acabará bem.
Não é Ele o culpado ou responsável por tudo, mas Ele dá o veredito final, em justiça, paz e amor.
Confiemos nele e andemos com ele.
Texto 3: Impotência
E ainda assim quero controlar meu mundo.
Por que lutamos muito em querer ter tudo sob nosso controle? Família, filhos, discussões, igrejas, emprego, dinheiro... E até Deus. Queremos manipular tudo conforme a nossa vontade, e nos esquecemos que somos impotentes, frágeis.
Por isso, devemos deixar de querer entender Deus em tudo, dominá-lo, ou achar que sabemos tudo Dele. Podemos saber muito de religião, mas isso não tem nada a ver com Deus. Ele está além, aliás, Ele nem está na religião. Deus só é Deus porque Ele não pode ser explicado, compreendido completamente, muito menos suas ações. Se não fosse assim, Ele não seria Deus; seria, sim, um ídolo, em que podemos manipulá-lo, controlá-lo. Ou então uma fada madrinha, que fazemos pedidos a Ele para nos atender, como criaturas mimadas. Isso é medíocre.
Deixemos Deus ser Deus e entendamos nossa posição como filhos, vulneráveis, impotentes, mas amados por Ele. Entreguemos as rédeas de nossa vida em Suas mãos.
Deus abençoe.
24 de ago. de 2009
Texto 2: Tudo coopera para nosso bem
Ou podemos pensar ainda como alguns teólogos da chamada teologia aberta “radical”, ou os gregos epicureus, de que Deus nos criou e foi embora, deixando ao homem toda responsabilidade, sem a intervenção divina.
Como então conciliar esses dois lados da moeda com o versículo 8.28 de Romanos?
Acreditava logo na minha conversão, há mais de 10 anos, de que Deus tinha o controle de tudo e devíamos aceitar tudo segundo a sua vontade e interesses, quase que dando graças às nossas doenças, injustiças e desgraças. Mas agora penso um pouco diferente. Acredito que Deus permite tudo que acontece conosco, sendo Soberano para isso, em permitir ou não, e que o mais importante é como reagimos diante desses problemas. Se tivermos uma expectativa e esperança em Deus, Ele pega esse problema, essa injustiça, essa doença, e opera em nós, para amadurecermos, nos fortalecermos, também sermos consoladores de outras pessoas e participantes dos sofrimentos de Cristo, para quando Cristo se manifestar, também nos manifestarmos com sua Glória.
Deus está a espera de o buscarmos em todo sofrimento a fim Dele reverter o mal em bem, aperfeiçoando nosso caráter ao de Cristo, e esse sofrimento cooperar para nosso crescimento. Não que seja Ele o autor do sofrimento, da injustiça, da violência, muito pelo contrário, isso nós somos responsáveis, e devemos lutar pela paz, pela justiça, pela plena saúde, mas Deus não deixa que nada vença seus propósitos eternos, em termos uma fé relacional, em confiança Nele e Ele nos mostrando o caminho a seguir ao seu lado.
Contudo, sabemos que no fim, tudo passará e todo mal será deixado de lado para estarmos eternamente com o Criador, podendo enxergar que, para aqueles que amaram e confiaram em Deus, tudo cooperou para o bem.
Deus abençoe suas vidas.
Uma fé maior que a evangélica
Pregação na Igreja Batista da Freguesia do Ó - 23/8/2009
(Lc 7:1-10/ Mt 8:5-13)
Cafarnaum: centro dos maiores sinais e milagres de Jesus. Não foi Jerusalém.
- Nossos atos de misericórdia não se limitam à igreja. (v.1)
Centurião: oficial do império romano, comandante de cem soldados. Oprimia os judeus?
(v.5) Estimado: ajudou na construção da sinagoga.
- Os cristãos não são os únicos que podem fazer o bem. Mas a bondade de Deus atua sobre todos os seres humanos.
Que fé que o centurião apresentou que tornou tão maravilhado Jesus?
1- Súplica a Jesus por alguém de condição inferior a dele.
Quem é inferior a você? Mendigo, seu empregado, seus filhos ou seus pais, sua esposa, seus professores ou alunos, o governo?
2- Fé em pedir em favor do próximo, não em seu favor.
A verdadeira fé é quando vemos a imagem de Deus nas outras pessoas. Fazemos para Deus quando fazemos para o próximo.
3- Fé em ser humilde, não impondo, determinando por uma posição espiritual ou status social, político.
Reconhece hierarquias (pastor, líderes, chefes)
4- Fé em reconhecer sua condição de pecador
Como anda sua casa? Está em condições de receber Jesus? Relacionamentos...
5- Fé em reconhecer a autoridade de Jesus.
Seu poder sobre o plano espiritual
Poder de Sua palavra
O que é ser Senhor? É abrir mão de você ser o senhor da sua vida, e seu espírito unir-se novamente ao Espírito da Deus, em submissão à sua vontade.
6- Confiança em Jesus, mesmo não estando presente fisicamente (Tg 5:15-18)
Procuramos manifestações religiosas para a presença de Deus. (Igreja, oração forte do pastor, contribuição, jejum). Deus é espírito e se manifesta diretamente através do ES.
Conclusão :
1- A fé não está vinculada a uma religião correta, mas em demonstrações de:
- humildade
-compaixão pelo próximo, atos de misericórdia
- reconhecimento de sua condição como pecador
- reconhecimento da autoridade de Jesus sobre o reino espiritual: Basta uma palavra de Jesus!
P: Que tipo de fé você tem vivido?
Reflita e tenha uma ótima semana
17 de ago. de 2009
Texto 1: Amadurecimento espiritual
E Deus? Pedir que Ele nos proteja em tudo e não deixar que batemos a cabeça de vez em quando? Não! Isso faz parte de nosso amadurecimento.
Pense num peixe de aquário e num peixe do mar. Qual peixe você gostaria de ser? Um peixe que é bem protegido no aquário contra tudo, recebe comida na hora certa, tem sua água limpa constantemente e convive no seu pequeno espaço tranqüilo e artificial; ou ser um peixe que vive no mar, conhecendo os corais mais belos e coloridos do oceano, interagindo com o cardume de sua espécie, aventurando-se para comer e se divertir na imensidão do mar?
Há pessoas que preferirão ainda estar no aquário, protegido de tudo, numa falsa liberdade, e sem conhecer as belezas do mar, os perigos que podem vir como contingência da aventura, mas que jamais conhecerão o universo que Deus preparou para nós explorarmos, habitarmos, dominarmos e crescermos na alegria da verdadeira liberdade.
Pense como tem entendido sua espiritualidade, sua fé, suas petições e que peixe (pessoa) gostaria de ser!
Boa semana.
6 de jul. de 2009
um cristão integral- pregação na Igreja Batista do Morro Grande- 05 de junho de 2009
Filipenses 3:10-16
1- Não existe diferença entre vida cristã e vida secular
A pessoa é cristã em todos os lugares
Deve estar pronto a responder com mansidão e amor o motivo de sua fé
2- Desenvolver o Fruto do Espírito: fundamenta-se em três relações
a- Vida com Deus
Amor: base do relacionamento com Deus. Não regras, mas resposta ao amor de Cristo.
Alegria: razão de viver alegre pelo sentido que encontrou na vida.
Paz: confiança inabalável no caráter de Deus faz-nos viver em paz com Deus sabendo que fomos perdoados.
b- Vida com o próximo
Longanimidade: tardio em irar-se, perdoador, reconciliador
Benignidade: agradável de conviver
Bondade: é o amor se concretizando através de atos a favor do próximo, do que precisa de ajuda. Disposição.
c- Vida consigo mesmo (você é o que é quando está sozinho no quarto, em frente à Internet)
Domínio próprio: auto controle sobre o que faz (bebida, comida, sexo, dinheiro)
É livre para dizer não. Ser moderado. Sabe seu ponto fraco.
Mansidão:guiado por Deus em seus impulsos. Não vive como bicho, por instinto.
Fidelidade: fé. Capacidade de manter-se constante, fiel e perseverante no que crê.
3- Vida de serviço
Voluntário, Prontidão. Não precisa viver por leis, alguém falando o que precisa fazer. Na igreja buscar exercer seus dons, não almejar ser reconhecido. Em família trabalhar pela união.
4- Íntegro não é ser Santo, infalível e jamais pecar
Mas é visualizar um alvo e um propósito e seguir firme com todas suas forças. Errando, mas prosseguindo. Se pecar, mas não maquinar o pecado, o mal, o impuro. Prosseguir para ser aperfeiçoado.
5- Ser um adorador em Espírito e em Verdade
Não temos mais um lugar determinado para adorar, nem um dia, nem um sacerdote como mediador, nem um sacrifício.
Somos templo do Espírito Santo (I co 6:19), podemos adorar em espírito em qualquer lugar, onde estivermos, porque somos sacerdotes reais e porque Jesus já fez o sacrifício por nós.
Deus habita em templos vivos.
6- Ser cheio do Espírito Santo
O seu coração estar próximo do coração de Deus, do necessitado, de fazer a vontade de Deus por amor e prazer a Ele.
Conclusão: sejam íntimos de Deus e terão uma vida integral, vivendo a vida eterna e a salvação desde já. Orar, ler a bíblia, dar o dízimo, ir à igreja não são procedimentos para ter mais bênçãos, mais poder, mais conhecimento de Deus ou mais domínio do futuro. Mas o fim de tudo deve levar a uma intimidade com Deus.
Fé- Esboço da pregação em Botucatu 21 de maio de 2009
Fé não é crer que Deus existe, muito menos para ser salvo. (Tg 2:19)
Fé não é provar a existência de Deus, ter um bom currículo de vitórias.
Heb. 11: 13, 39 (Todos estes receberam bom testemunho por meio da fé, no entanto, nenhum deles recebeu o que havia sido prometido). Abraão, Isaque, Jacó, Moisés, discípulos.
Como conciliar fé que entendemos hoje com a fé bíblica?
1- Fé é confiar no caráter de Deus
Vivemos pela graça e sustentados pelo seu amor (At 17:28)
Fé não é conseguir coisas de Deus, mas apesar de não conseguir, não nos livrar, continuar confiando (Sadraque, Mesaque e Abidnego) e Jó.
Você não é mais ou menos amado de Deus por receber ou não o que espera. Deus é bondoso.
Deus está no controle; Deus reverte o mal em bem; Deus apaga seus pecados; Deus faz intervenções por nós. Confie em seu caráter.
2- Fé é experimentar Deus. Interagir.
Aula de Anatomia. Computador. Filhos.
É preciso se envolver com Deus, não apenas ter informações sobre ele.
Experimentar Deus é ter a ação do E.S. em nós. Nascer do Espírito. Sair das trevas para a luz.
Por isso o mundo não entende: “Quem não tem o Espírito não aceita as coisas que vêm do Espírito de Deus, pois lhe são loucura, e não são capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente” ( I Cor 2:14).
Experimentar Deus é ser cheio do E.S. (ter experiências íntimas com Deus, conhecer o coração de Deus) e ter o Fruto do Espírito.
Salvação e vida eterna não é um passaporte para a eternidade, mas é uma qualidade de vida nobre.
A oração, a meditação bíblica são práticas como meio, mas não como fim (Rm 10:17).
Ser Igreja, uma extensão de Cristo na Terra.
3- Fé é vestir a camisa de Deus
Apostar sua vida em Deus, pagar o preço independente dos resultados imediatos.
Apostar toda sua vida nessa verdade.
Não é só ter uma fé racional ou emocional, mas como uma resposta prática a Cristo.
Projetar sua vida à vontade de Deus. Direcionar sua vida a partir de Deus.
Parar de lutar para querer tudo do seu jeito, como Jacó lutou.
Organizar sua vida em Cristo.
“Se Deus existe, há uma maneira de se viver” (Dostoiéwisk).
Qual o convite de Deus para nós:
1- Você se comprometer a organizar sua vida a partir dessa convicção. Agir e apostar toda sua vida nesse relacionamento sabendo que Deus está conosco, em nós e estamos com Ele.
2- Abrir mão do controle de sua vida. Não querer controlar mais sua vida ou de Deus.
Mas ser guiado pelo sopro do Espírito: “o vento sopra onde quer. Você o escuta, mas não pode dizer de onde vem nem para onde vai. Assim acontece com todos os nascidos do Espírito” (João 3:8).
3- Apostar sua vida em Cristo, e pagar para ver.Viver a partir dessa verdade e encontrará descanso para suas almas, aflições, sofrimentos, dúvidas, medos:
“ Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo (ensino) e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt 11:28-30).
Aceite a Jesus, mas também confie, experimente e vista a camisa, aposte sua vida em Deus.
26 de mai. de 2009

9 de mai. de 2009
Avaliação e Opinião
Se ainda não adquiriu o livro e tiver interesse, entre em contato comigo.
Marcel
6 de mai. de 2009



Mais uma vez obrigado por todos vocês que estão presente em minha vida.
Conheça meu primeiro livro

prof. Marcel
16 de fev. de 2009
Avançando no ensino
A meta do mestre popular no tempo de Jesus não era transmitir informações, mas operar uma mudança significativa na vida de seus ouvintes.
Nos dias de hoje os estudantes geralmente se imaginam como recipientes dotados de um espaço puramente passivo que deve ser preenchido com as informações que o professor possui e deseja transmitir – como diz Dallas Willard, o modelo “da jarra para a caneca”. O professor deve preencher os vazios do recipiente como uma “verdade” que pode ou não mais tarde fazer alguma diferença na vida do aluno. O professor precisa “introduzir” nos alunos informações. Depois testamos esses alunos passivos para ver se eles “aprenderam”, verificando se conseguem reproduzir as informações via linguagem em vez de observar como vivem.
A relação mestre/discípulo era de fato tão diferente no tempo de Jesus que mal conseguimos retratá-la hoje. Escrever não era muito comum, mas também não era meio viável de registrar o que o mestre dizia. Além disso, a mera “informação”, como hoje a conhecemos, não era valorizada. Querer meramente “saber coisas” como geralmente fazemos hoje no ensino médio e na faculdade seria risível. O saber pelo saber não fazia sucesso na época. O professor nos tempos de Jesus ensinava de modo a influenciar a vida do aluno, deixando uma impressão duradoura sem o artifício de anotações, gravadores ou mesmo memorização. Qualquer coisa que não deixasse tal impressão simplesmente não servia.
“Lembramo-nos automaticamente daquilo que realmente marca a nossa vida”. O segredo do grande professor é falar palavras, propiciar experiências, que influenciem ativamente a vida do aluno. É isso que Jesus fazia quando ensinava. Ele ligava os seus ensinamentos a acontecimentos concretos que compunham a vida dos ouvintes. Ele dirigia as suas palavras aos corações e aos hábitos cotidianos das pessoas.
Jesus ensina de modo contextualizado e concreto, partindo do ambiente circundante ou acontecimentos da vida comum. Como parábolas, suas belas histórias nos ajudam a compreender algo difícil comparando-o com alguma coisa que conhecemos bem, sendo sempre alguma coisa concreta e específica. Jesus pregou também sobre como ensinar. Mostrando aos outros a presença do reino nos detalhes concretos da vida que partilhamos, influenciamos as vidas e os corações daqueles que ouvem, não apenas os seus pensamentos. E eles não precisarão anotar nada para registrar a mensagem.
Enfim, mesmo que lecionamos matérias e disciplinas objetivas e obrigatórias seguindo um conteúdo programático, nosso dever é fazer do conteúdo parte da vida do aluno, algo que ele possa levar como experiência de vida, questionar, mudar suas “verdades” ou até comportamentos e ser uma pessoa melhor, mais consciente de sua responsabilidade como o mundo, com o próximo, com sua vocação e com os princípios e oportunidades que Deus lhes deu.
3 de fev. de 2009
Movimento e liberdade

E pensar em movimento é pensar em liberdade. Não importa a situação que nos encontremos, devemos lutar com todas nossas forças pela liberdade. Pode ser numa cadeira de rodas, num leito de hospital, numa prisão ou numa religião... mas a liberdade deve ser o nosso maior alvo. Somos livres para errar e acertar, movermo-nos e podermos viver livres. Lutar contra a incapacidade é nosso maior trabalho. Incapacidade dos movimentos, incapacidade intelectual, incapacidade sentimental e espiritual.
E existem coisas na vida que nos limitam, por isso o estudo do movimento faz-se tão necessário na Fisioterapia, na Educação Física ... Elas ajudam a encontrarmos a liberdade.
E a dor é o principal limitador. A dor tem a capacidade de cortar nossas asas e nos impedir de voar. Por isso, entender o movimento para combater a dor e nos deixarmos livres para voar é uma responsabilidade daqueles que se engajaram na tarefa de fazer o ser humano livre, feliz e completo.E em Cristo nós somos completos. A Bíblia diz que em Deus, “nós vivemos, nos movemos e existimos” (Atos 17:28). Portanto, a verdadeira liberdade está em Cristo, que nos liberta de tudo para vivermos de acordo com seu propósito. E podemos confiar no Senhor, pois a confiança é fruto de um relacionamento em que você sabe que é amado. Viva a verdadeira liberdade! Lutemos pelo movimento
Cinesiologia
E pensar em movimento é pensar em liberdade. Não importa a situação que nos encontremos, devemos lutar com todas nossas forças pela liberdade. Pode ser numa cadeira de rodas, num leito de hospital, numa prisão ou numa religião... mas a liberdade deve ser o nosso maior alvo. Somos livres para errar e acertar, movermo-nos e podermos viver livres. Lutar contra a incapacidade é nosso maior trabalho. Incapacidade dos movimentos, incapacidade intelectual, incapacidade sentimental e espiritual.
E existem coisas na vida que nos limitam, por isso o estudo do movimento faz-se tão necessário na Fisioterapia, na Educação Física ... Elas ajudam a encontrarmos a liberdade.
E a dor é o principal limitador. A dor tem a capacidade de cortar nossas asas e nos impedir de voar. Por isso, entender o movimento para combater a dor e nos deixarmos livres para voar é uma responsabilidade daqueles que se engajaram na tarefa de fazer o ser humano livre, feliz e completo.
E em Cristo nós somos completos. A Bíblia diz que em Deus, “nós vivemos, nos movemos e existimos” (Atos 17:28). Portanto, a verdadeira liberdade está em Cristo, que nos liberta de tudo para vivermos de acordo com seu propósito. E podemos confiar no Senhor, pois a confiança é fruto de um relacionamento em que você sabe que é amado. Viva a verdadeira liberdade! Lutemos pelo movimento.
2 de fev. de 2009
Morfo...logia


Fisioterapeutas, médicos, professores de Educação Física, enfermeiros, enfim... todos profissionais da saúde devem entender as formas do corpo, suas funções, seus sistemas, e sua complexa rede de interações entre os órgãos.
Mas o ser humano possui sua morfo, ou forma, perfeita. Todos os órgãos localizados no perfeito lugar, com sua determinada função e formando todo corpo numa harmonia perfeita. Sua constituição física é uma maravilha da natureza e uma perfeição da criação. Não é à toa que Deus, ao criar o Homem, "viu que era bom". Ele se alegrou e colocou toda sabedoria em nossa forma e estrutura. E mesmo aqueles que possuem disfunções, "defeitos físicos", problemas orgânicos, são privilegiados com o dom da vida, pois só um milagre para manter um corpo interagindo em perfeito funcionamento diante de tudo que ele recebe como agressão ou interação para a vida.
Mais do que isso, fomos criados à imagem e semelhança de Deus, ou seja, fomos formados para resplandecer Deus através de nossas vidas e corpos. Somos capazes, como imagem de Deus, de poder transmitir amor e beleza ao próximo, formar comunidades de relacionamentos íntegros, e manter comunhão com o Criador. Sendo Deus, Pai, Filho e Espírito Santo, podemos participar desse relacionamento de amor em harmonia, e em semelhança com o Criador, unirmo-nos a Ele.
Enfim, nossa forma humana mostra-nos como somos especiais para Deus, podendo viver mesmo uma pessoa distinta da outra fisicamente, mas mantendo comunhão com Deus pela nossa posição como filhos.
E ainda, quando formos desqualificados pela sociedade, podermos saber que não há referencial de beleza para Deus, mas que Ele olha nossas intenções, nossos propósitos mais puros e a beleza que pertence em nosso interior como formado à imagem e semelhança de nosso Criador. Deus nos ama como somos. Os seres humanos não são definidos por suas limitações, e sim pelas intenções que Deus tem para elas; não pelo que parecem ser, mas por tudo que significa ser criado à sua imagem.
Que Deus abençoe cada pessoa que ingressou nessa aventura de conhecimento do corpo humano, pois assim, conheceremos mais do Homem, e muito mais das maravilhas de Deus.
26 de jan. de 2009
Professores e alunos- Mestres e discípulos

Há dois mil anos atrás, através do povo judeu, podemos tirar lições preciosas para resgatarmos o sentido de uma escola, universidade ou ensino religioso. Não quero ser mais um professor perdido nesse meio, onde, além de desvalorizado, não transforma ninguém. Não quero transmitir a meus alunos apenas mais informação do que eles conseguiriam sozinho, pois são mais espertos que nós.
Mas vejamos o que ocorria antigamente. Os judeus da Galiléia criam que os primeiros cinco livros da Bíblia eram uma cópia fiel do que Deus havia dito. Eles chamavam esses cinco livros de Torá. Eles criam que a Tora era o caminho, a verdade e a vida. Criam que a melhor maneira de viver era como a Torá ensinava. Por isso, a principal paixão das pessoas do mundo de Jesus era ensinar, viver e obedecer a Torá.
A educação não era vista como um luxo ou opção; a educação era a chave da sobrevivência. O rabino, mestre das sinagogas, queria que seus alunos associassem as palavras de Deus com o que de mais delicioso e fino pudessem imaginar. Às vezes, o rabino colocava um pouco de mel nos dedos dos alunos e os fazia provar o mel, lembrando-os de que as palavras de Deus são doces como o mel ao paladar. Em geral, as crianças memorizavam a Torá até os dez anos e todo Antigo testamento até quatorze ou quinze anos. Sabiam tudo de cor (39 livros).
Em Israel, os alunos também deviam estudar a arte de fazer perguntas e a leitura dos textos. Grandes mentes discutiam as palavras de Deus, lutando com o que elas significam e com o que significa vivê-las. Quando o rabino fazia uma pergunta ao aluno, raramente dava a resposta. Os rabinos não estavam interessados em que o aluno regurgitasse informações apenas pelas informações em si. Eles queriam saber se o aluno as assimilara, se lutara com elas.
No mundo da educação rabínica, o foco eram as questões, que demonstravam não só que o aluno compreendera as informações, mas também levara o assunto um passo adiante. Era necessário, interpretação e aplicação prática.
Os alunos mais destacados procuravam o rabino para tornarem-se seus discípulos. Esses alunos não só tomavam sobre si o jugo (ensino) do rabino; eles queriam aprender a fazer o que o rabino fazia. Passavam por uma longa sabatina de perguntas, até se verem aptos pelos rabinos a segui-los.
Por volta dos trinta anos, já se poderia ver um mestre formado. A partir daí, os rabinos em geral começavam o ensino e a formação pública de discípulos. Jesus, como um grande estudioso da Bíblia desde criança, e obviamente destacado como um importante rabino inicia seus ensinamentos do modo contrário; chamando discípulos a o seguirem. Ele diz: “vocês pode ser como eu”. Note as palavras empregadas no evangelho de Mateus: “sejam meus seguidores e aprendam comigo porque sou bondoso e tenho um coração humilde; e vocês encontrarão descanso. Os deveres que eu exijo de vocês são fáceis, e a carga que eu ponho sobre vocês é leve”. (11,29). Lembre-se ainda que Jesus raramente respondia perguntas, mas sempre retornava a pergunta com uma mais adiante para reflexão.
Essa é a arte do ensino... estimular pensar, refletir, questionar. Levar todo ensinamento e tradição ao crivo da investigação intelectual, experimental e contemporânea.
Nossos alunos anseiam por isso; em serem desafiados, estimulados. Precisamos, como professores, sermos facilitadores para mentes mais críticas, criativas e, acima de tudo, apaixonadas por aprenderem mais.
Nossas instituições, escolas, universidades e igrejas, devem ter um ambiente para o diálogo aberto ao campo das idéias, do confronto, do paradigma, do desafiador, e assim atingir o verdadeiro aprendizado. Os dogmas, os chavões, os conteúdos decorados já não cabem mais numa sociedade que deseja crescer como pensadores, reformadores da moral, da ética, da educação e acabar com o lixo que nos é jogado sem qualquer análise criteriosa e questionadora. Precisamos de professores mestres e alunos discípulos. Pessoas que ensinem com a própria vida e aprendam como apaixonados o que escolheram viver.
23 de jan. de 2009
Quem somos?

Vida eterna, portanto, é um tipo de vida que estamos vivendo cada vez mais agora e vamos continuar vivendo para sempre. Estamos vivendo cada vez mais ligados a Deus, e viveremos ligados a Deus para sempre. É a força de Deus que opera em nós, não a nossa. Se descobríssemos quem nós somos, ninguém precisaria nos dizer o que devemos fazer.
Tanto o céu como o inferno estão cheios de pessoas perdoadas e que Deus ama. A diferença é a versão que escolhemos viver, a nossa ou a de Deus. Nossa posição em Cristo e como filho de Deus ou a nossa própria versão.
Para Jesus, o céu e o inferno são realidades presentes. A questão não é “como vamos para o céu”, mas “como podemos trazer o céu até nós?”. Ou seja, como chegamos no céu, aqui. Para Jesus, essa nova vida eterna não significa fugir desse mundo, mas fazer deste mundo um lugar melhor. O objetivo de Jesus não é ir para o céu, mas trazer o céu para cá. A bíblia trata de um Deus que quer estar aqui, com o seu povo. O cristão deve fazer deste mundo um lugar em que Deus possa habitar.
Enfim, cada um de nós precisa ser o seu próprio eu. Em algum lugar escondido em nós está a pessoa que fomos criados para ser. Sejamos autênticos, nós mesmos e um em Cristo.
21 de jan. de 2009
Fisioterapia - Educação Física


Amo a Educação Física porque posso conhecer o corpo humano obtendo dele o melhor potencial para um ser humano viver dentro de suas condições. Entendermos as forças sobre o corpo, estudarmos os movimentos que torna-nos capazes de superarmos limites, quebrarmos recordes, vencermos obstáculos antes intransponíveis.
Amo lecionar porque quero transmitir o que estou aprendendo e criar questionamentos. Gosto de estimular pessoas a pensarem comigo e descobrirmos o lado verdadeiro, belo e bom da vida, com conhecimento e sabedoria, para que cada um possa exercer sua vocação da melhor maneira possível e decidirem melhor cada situação da vida.